domingo, 30 de agosto de 2009

Qual a minha tag?

Pouco menos de um mês sem postar, mas parece que fiquei mais tempo sem passar por aqui. Pois é, o tal do twitter está tomando conta do meu tempo. A ideia de simplesmente utilizar 140 caracteres é muito tentadora. Não que eu seja econômica nas palavras, mas o fato dele ser mais direto me atrai bastante. Fora isso, tenho acompanhado pessoas muito interessantes.

Sexta eu participei de um evento com pessoas expoentes em mídias digitais. Eu adoro o tema, mesmo ainda não sabendo muita coisa, mesmo ainda não fazendo parte de todas as redes sociais, para que possa então fazer meu juízo de valor e dizer o que penso, mas enfim.

O acesso a tanta informação variada e o resumão do dia que o twitter promove é muito estimulante. Quero voltar estudar e já comecei lendo livros sobre o tema. Uma frase que ouvi esta semana, da Beth Saad, tem muito efeito e sintetiza parte de toda essa revolução digital: "eu não sou um número, eu sou uma tag".

Aqui no blog a tag que me tornou referência no google foi rapa nui, mas eu quero mais do que isso. Só que preciso escrever mais e sobre aquilo pelo qual quero ser referência. No entanto, para ser referência em A ou B, é necessário estudar, estudar e se atualizar muito. Por enquanto, sem esta pretensão. Vamos aos livros para depois definir qual a tag!

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Transtorno de conduta


Estes dias fiz uma entrevista com um psiquiatra, sobre bullying, para um texto do meu trabalho, e fiquei impressionada com umas estatísticas que ele me falou.

Segundo ele, de 2% a 6% das meninas e 9% a 12% dos meninos possuem algum desvio de conduta. Acreditam?

Fiquei horrorizada, mas depois comecei a perceber que isso é mais comum do que se imagina. E acredito que quando o transtorno de une a fatores de ambiente familiar e educação, a coisa fica ainda pior.

Acho que são daí que saem os criminosos. Enfim, estou elucubrando, sem nenhum embasamento empírico.

Bom, acho mesmo que isso é mais corriqueiro. Já convivi tanto no trabalho como na vida pessoal com pessoas que cometiam coisas antiéticas. Muitas vezes, se faziam de inocentes, eram dissimuladas, o que é pior ainda.


Se pensarmos em quanta gente por aí suborna, chantageia, trai, mente, manipula...fica fácil entender para onde isso vai...

domingo, 5 de julho de 2009

O tal diploma


Sei que o assunto é totalmente jornal de ontem, literalmente, mas queria manifestar minha opinião de forma organizada, mesmo que tardiamente.

Há algumas semanas, o STF desobrigou a necessidade de diploma para o exercício do jornalismo. E a polêmica se instalou por alguns dias.
Todo mundo resolveu dar sua opinião e alguns me questionaram sobre isso.

Sou contra o diploma não ser obrigatório e isso não é porque sou jornalista. Sou contra a inexistência de diploma para qualquer profissão que precise de mínimo conhecimento específico.

Sou contra a falta de diploma para qualquer profissão que necessite de conhecimentos que não se aprendam do dia para a noite. E acredito que o jornalismo, assim como tantas outras, exige estudo.


O que muda para mim? Não muita coisa.
No último mês, peguei meu certificado de pós-graduação em Marketing e Comunicação Publicitária. Trabalho com Comunicação Empresarial. Nada muda.

Lamento por quem ainda está na faculdade, porque neles isso causa uma grande insegurança e acredito também que isso desvaloriza a profissão.
Sobre a reinvenção das escolas de jornalismo. Espero mesmo que isso aconteça e lamento, também, de ser necessária a extinção de um diploma para que isso ocorra!

domingo, 14 de junho de 2009

Sobre minha avó

Na manhã de 12 de junho, Dia dos Namorados, minha avó Amélia se foi. Depois de 88 anos intensamente vividos sua história de vida - que escrevi na época da faculdade - ganhou um ponto final. Não estou triste, chocada ou com aquele sentimento de saudade e de dor. A falta dela, em algum momento deve bater, principalmente, das coisas surreais que dizia ou mesmo contava.

No entanto, tenho dito que minha avó me prepara para este momento desde que eu nasci. Isto porque desde pequena eu a ouço dizer que quer morrer. Ela nunca entendeu que sofrer faz parte da vida, e em seu caso, com uma certa razão. Minha vó passou por muitas. Só para dar um exemplo, ela ficou viúva, grávida, aos 16 anos. Casou e quando minha mãe tinha quatro anos, ficou viúva de novo. Eu nunca conheci meu avô materno, mas ganhei um postiço, o seu terceiro marido, hoje viúvo. Só fui saber que ele de fato não era meu avô bem mais velha...

Minha vó era excêntrica. Tinha mania de herança, histórias de monte sobre os costumes antigos ou mesmo de como nasceu rica e cresceu na pobreza. Viveu ao seu jeito e resolvendo seus problemas à sua maneira. Muitas vezes fugiu deles e de si mesma. Sempre desmaiava. Tinha medo de psiquiatras, por achar que podiam achar que ela era louca. Um a conquistou e conseguiu resolver algumas de suas angústias.

Dona Amélia era mórbida. Queria que eu beijasse sua mão no caixão e já discutimos por isso, afinal, sou meio avessa à aproximação de mortos. Traumas, que ela mesma causou, sem imaginar que o fazia. Sempre descrevia como queria morrer, de preferência dormindo. Pediu muito por isso. Pediu que fosse instantâneo. Não morreu durante seus sonhos, mas logo que acordou. Quase perfeito.

Essa homenagem pode parecer fria ou mesmo mórbida também, mas é o retrato de suas peculiaridades. Retrato de uma vida que daria um livro...quem sabe?

segunda-feira, 8 de junho de 2009

O amor na pós-modernidade

Enquanto tomava banho e após ver alguns comportamentos no Orkut, eu comecei a pensar que renderia um novo post. Acredito que as redes sociais moldaram os relacionamentos reais. OK, não sou a primeira a dizer isso. Alguns psicólogos fomentam o quanto o Orkut e demais mídias sociais estão mudando o jeito das pessoas agirem umas com as outras.

Pesquisando por imagens para ilustrar este post, encontrei a de um livro chamado Mulheres 2.0: o amor nos tempos da blogosfera. Bom, não li, nem nunca ouvi falar, então não posso opinar, mas deve falar disso.

Na semana do Dia dos Namorados, vale ressaltar como algumas pessoas vivem o namoro para fora, nas aparências, naquilo que os outros vão dizer e não no que elas sentem, pensam ou vivem. Mais importante do que o cotidiano, ou como ela vê o outro, é como as outras pessoas veem o seu relacionamento. Como o ex-namorado vai ficar "doido", quando ver no Orkut dela que está com um cara lindo e muito mais legal do que ele e vice-versa. Estranho!

Porém, muita gente faz isso. Pós-orkut, blogs e afins? Não! Isso acontece muito lá na cidade pequena e com as celebridades nas revistas de fofoca. Isso sempre aconteceu. Só que agora, parece que mais gente sofre desse "mal" de viver um relacionamento para fora.


Falo isso, porque me pego pensando no quanto pode ser importante deixar claro para todo mundo o "tamanho" do amor que se sente. Precisa? Acho que não. Não importa nem pra família, nem para os amigos, muito menos para quem não se conhece, por meio do Orkut, no qual isso tudo toma proporções maiores.


Amor deve ser vivido para dentro. As demonstrações de carinho não precisam ser sempre públicas por meio de Orkut, Facebook, Twitter, aquelas longas declarações no apelido do Msn ou whatever. Ok, você pode agregar, demonstrar que está no espaço, mas sem exagero, porque o que realmente importa é o que está dentro de você mesmo e não o que outros pensam que está. Falo por experiência própria, uma superexposição no Orkut há alguns anos, em 2004, para ser mais precisa, trouxe mais olho gordo do que alegrias.


Melhor do que usar o BuddyPoke é de fato dar um beijo, um abraço ou levar para jantar, dançar ou falar ao celular. Melhor que scraps são os bilhetinhos espalhados pela casa ou achados no bolso, do nada. Isso tudo é palpável e real...o virtual é complemento.
E assim, ninguém além de você está mensurando o valor das coisas boas de um namoro...

segunda-feira, 1 de junho de 2009

O mundo gira

Somente hoje...somente nos jornais...

- Susan Boyle, a nova ídola americana, foi parar em uma clínica psiquiátrica. A fama definitivamente pesou.
- Um avião da Air France desapareceu no meio do Atlântico. Ninguém sabe ainda o que houve. O que se tem conhecimento é que executivos e até um príncipe brasileiro está/estavam no Airbus.
- A GM, aos 100 anos, pediu concordata.
- A Justiça do Brasil decidiu que Sean vai voltar a morar com o pai nos EUA, após quatro anos de processo, laços afetivos, morte da mãe e nascimento da irmã.
- Bill Clinton está no Brasil.
- A Copa de 2014 começa a tomar forma.
- Um ex-roadie afirma que o empresário matou Jimi Hendrix.

Tudo ao mesmo tempo, muito rápido! Muita informação!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Inspiração?

Ando sumida daqui, mas ativa no twitter. Estaria o microblog prejudicando a periodicidade de meus posts por aqui? Não sei. Sei que ando sem inspirações e assuntos relevantes/pertinentes que valham despejar algo aqui. Desculpem, assíduos leitores. Eu espero que não me abandonem. Este lapso vai passar...rsrsrs

Amanhã, vou no Congresso de Comunicação Corporativa. Ok, eu não costumo falar o que faço ou deixo de fazer, certo? Mas, estes eventos me inspiram a voltar aos estudos. Ando sentindo falta...me achando desatualizada...por fora..mesmo indo a eventos, lendo coisas na net...continuo me sentindo atrasada.

Aí vem a outra dúvida...fazer pós em que? Comunicação Corporativa? Gestão? Negócios? Comunicação Digital? Ai ai ai...não sei! Tô pensando....tô pensando...vou precisar de inspiração para isso também!!

Eu me vou...chega...isso tá um lixo!